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Realismos
regionalistas
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Asorey
Xosé Eiroa Cristino
Mallo Antón Faílde
Camilo Nogueira Uxío
Souto Bonome Narciso Pérez
Compostela Acuña
Madariaga
Arturo Baltar
A.
Vilar Lamelas
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ISBN:
84-96070-29-8
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Este
volume agrupa uma série de artistas que foram
chave no processo renovador da escultura galega
anterior à Guerra Civil de 1936, processo
paralelo ao renascer vanguardista da geração
de Os Novos em pintura a nossa particular
geração do 27, que se opõe
ao modernismo anterior cujos protagonistas
oferecem uma visão moderada desde posições
de linguagem baseadas numa tradição
que se rebela contra o tópico costumista
e admite a interferência de determinadas realidades
dos ismos contemporâneos, especialmente
do Expressionismo ou das revisões figurativas
do Cubismo.
A gênese destes artistas terá de ser
procurada numas constantes que marcam a especificidade
do seu trabalho: na tradição, que
se remonta aos canteiros castrejos e a todos os
trabalhadores da pedra, a aqueles que talharam a
imaginária popular de tímpanos, cruzeiros,
capitéis, etc. O granito e a madeira serão
os seus materiais básicos. As referências
formais ao Românico e o Barroco são
produto de uma investigação, ligada
à própria origem do que eles consideram
identidade artística. Descobrir as essências
antropológicas do mundo rural, as raízes
de uma cultura milenária, leva-nos ao primitivismo
que se reflecte no tratamento formal: o escultor
é, antes de tudo, um bom psicólogo
e aprofunda como tal na alma desse retrato intemporal
que nos situa na Galiza e no mundo, ao mesmo tempo. |
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Figurações-
Abstracções
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Juan
Oliveira Eiravella Buciños
Camilo Otero Elena Colmeiro
Xosé Cid Acisclo Manzano
Manuel Coia Xoán Piñeiro
J. L. Penado Jesús
Valverde Otero Besteiro Ferreiro
Badía
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ISBN:
84-96070-13-1
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Os
escultores do presente volume são centrais
no decurso da arte galega das três últimas
décadas e, de maneira especial, ao longo
dos anos sessenta e setenta, já que eles
são os protagonistas da transformação
da estatuária, de corte muito tradicional,
de monolítica talha directa, em favor de
uma concepção mais ampla, já
for na poética das formas e das linguagens
que sintonizam com os contextos internacionais do
Vanguardismo, já doutros materiais, entre
os quais adquirem certa prestância alguns
históricos, como o bronze ou o barro, e os
mais experimentais, como o ferro, o aço,
o concreto e os industriais. Acontece isto igualmente
na consideração da escultura como
monumento público e na opção
das renovadas poéticas do espaço,
da natureza ou da desaparição do pedestal,
já a finais dos setenta.
Assim, portanto, os treze escultores que apresentamos
não são apenas treze olhadas da divergência
ou da pluralidade de linguagens que existiram na
Galiza dos últimos quarenta anos, são
também sintomas dum diálogo necessário,
em termos de linguagem plástica, entre este
Noroeste e o mundo, é dizer, entre o território
que lhes dá uma filiação cultural
e uma marca de tradição, e as experiências
estéticas que definiram a arte internacional
na última metade de século. |
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Realismos-Abstracções
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Soledad
Penalta Xuxo Vázquez Pardo
José Galán Suárez
Pedro Dobao Suso Fernández
Álvaro de la Vega José
Castiñeiras Iglesias Ramón
Conde Ángeles Valladares
Magín Picallo Durán
Xosé Manuel Castro Lomarti
María Carretero Francisco
Pazos Pazos José Antúnez
Pousa
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ISBN:
84-96070-62-X
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Quinze
projectos artísticos que se situam entre
a revisão da escultura, a renovação
da tradição, a olhada posta na natureza,
a revisão das relações homem
e espaço, a recuperação da
figura humana, a ruptura com os limites da escultura
ou o Eclecticismo. A análise formal debate-se
entre a figuração mais realista e
a abstracção, entre as formas construtivas
e as biomórficas. Utilizam um grande repertório
de materiais: nobres, nomeadamente o granito; industriais,
entre os quais se destaca o aço, e mesmo
materiais de refugo como pára-brisas de automóveis
acidentados. |
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Expressionismos-
Abstracções
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Francisco
Leiro Paco Pestana Mon Vasco
Fernando Casás Manolo
Paz Ignacio Basallo Xavier
Toubes Xurxo Oro Claro Luis
Borrajo Enrique Velasco Manuel
Patinha Moncho Amigo
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ISBN:
84-96070-91-3
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O
quadro estético adequado para posicionar
o trabalho dos escultores tratados neste tomo é
o das vicissitudes dos últimos vinte e cinco
anos em Europa, horizonte crucial na transformação
da arte na Galiza, que é quando os seus protagonistas
rompem os limites tradicionais das linguagens e
optam pelos modos experimentais que nos permitem
confrontar, sem complexos, os seus projectos com
os que povoam o circuito internacional. Os doze
artistas aqui exemplificam não apenas o mais
interessante que deu a escultura galega depois da
Guerra Civil, mas também, em virtude dos
seus trabalhos de linguagens tão diversificadas,
têm logrado introduzir o seu interesse noutros
âmbitos. Salvo o caso de Mon Vasco, falecido,
eles todos se encontram no zênite da sua maturidade
criativa e souberam responder às novas fórmulas
de uma escultura que vive a diluição
dos géneros tradicionais, inclusive num diálogo
tão pertinente como é o que confronta
a dimensão pública dela com a cidade.
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